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Title: Autonomia: viver a própria vida e morrer a própria morte
Other Titles: Autonomy: to live one's own life and to die one's own death
Authors: Ribeiro, Diaulas Costa
Issue Date: 2006
Citation: RIBEIRO, D. C. Autonomia: viver a própria vida e morrer a própria morte. Cadernos de Saúde Pública. v.22, n.8, p.1749-1754. 2006.
Abstract: Este estudo destaca mudanças ocorridas no Ocidente, inclusive no Brasil, em decorrência da substituição do princípio do paternalismo pelo consentimento livre e esclarecido nas relações biomédicas, com destaque para a integração da autonomia como princípio inerente à dignidade humana. O respeito à autonomia, à autodeterminação pessoal é a base para a suspensão de esforço terapêutico dos usuários dos serviços de saúde com capacidade preservada. Por suspensão de esforço terapêutico compreende-se não iniciar ou suspender terapia iniciada, não ressuscitar nos casos de parada cardiorrespiratória, não submeter o doente à ventilação mecânica, alimentação e hidratação artificiais contra a sua vontade, que pode ser instante ou manifestada em diretivas antecipadas. Os médicos e demais profissionais de saúde têm o dever de respeitar a autonomia do usuário, inclusive para lhe dar alta "a pedido", deixando que a morte ocorra no local, no tempo e em companhia de quem o doente quiser. O usuário dos serviços de saúde tem o
Description: Disponível originalmente em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v22n8/24.pdf
URI: http://repositorio.observatoriodocuidado.org/handle/handle/695
ISSN: 0102-311x
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